Um terminal multiplataforma em Rust que trata organização como recurso principal: abas em grupos nomeados, coloridos e colapsáveis, painéis divididos e sessões que voltam exatamente como você deixou.
Windows, macOS e Linux · Código aberto sob GPL-3.0
Muitos terminais já cuidam bem da conformidade VT. O Porecatu cuida do que vem depois: manter dezenas de terminais fáceis de achar.
Junte abas em grupos com nome e cor usando Ctrl+Shift+G. Arraste abas entre eles, ou colapse um grupo enquanto os processos seguem rodando.
Ctrl+Shift+D divide à direita, Ctrl+Shift+H abaixo. Cada painel tem o próprio shell e scrollback, e Alt + setas troca o foco.
Shell, diretório e branch no rodapé da janela. Quando a branch fica atrás do remoto, um clique integra com pull --ff-only.
Todas as opções numa janela (Ctrl+Shift+O). Salvar mexe só nas chaves que você alterou no porecatu.toml, que também recarrega ao vivo quando editado à mão.
Busca por regex no scrollback sem redimensionar o terminal. Hyperlinks de ferramentas como ls --hyperlink abrem com Ctrl+clique.
Uma PNG ou JPEG atrás de cada terminal, atrás da janela inteira, ou as duas, com opacidade própria e recarga ao vivo. Há também o efeito acrílico: a imagem da janela desfocada atrás do terminal, com raio ajustável.
Declare formas de abrir uma aba (programa, argumentos, diretório) e escolha uma no menu do clique direito do botão +. Os shells detectados aparecem sozinhos, um badge marca a aba, e dividir um painel mantém o perfil.
Um servidor é um perfil. Um cliente embutido entra com o agente, uma chave ou uma senha, reconecta sozinho quando o link cai e divide painéis na mesma conexão. Importe os hosts do seu ~/.ssh/config com um clique.
Senhas e passphrases ficam só no cofre do seu sistema, gravadas depois que o servidor as aceita. A chave do servidor é conferida no known_hosts do OpenSSH, ao qual o app só acrescenta.
Instaladores nativos, construídos e testados automaticamente a cada release.
cargo install --git https://github.com/porecatu/terminal